
Marcelo206 Ferraris pousa no topo de uma montanha aparentemente comum, e solta no chão a pequena gatinha, que parece ainda mais indefesa, perante a majestade daquele dragão enorme, as escamas douradas reluzindo a luz do dia, os olhos brilhando com sede de vingança. Porém, ao preparar-se para aniquilar a vítima, volta a se questionar com sua personalidade de justiceito e se realmente deveria matar sem piedade, ou dar a chance dela se explicar, ou ainda poupar sua vida. Entao ele fita diretamente a felina a sua frente, que sentada em suas patas traseiras não para de encará-lo admirada e confiante.
_Por que não devo matá-la e vingar a morte de um dos nossos? - Indaga o dragão à gatinha, que, imóvel, continua a admirá-lo, de uma maneira tão vidrada que começava a causar em Marcelo206 até mesmo um certo pavor _ até que um barulho ensurdecedor assusta aos dois.
É como se a ira do dragão tivesse feito acordar até mesmo a montanha onde estavam. Do centro da terra uma grande explosão é ouvida, de onde gases e cinzas começam a ser expelidos, sinalizando que ambos corriam sério risco se por acaso permanecessem ali.
Como a atenção do dragão se desvia ante ao ensurdecedor barulho, Alinne sente medo de que ele, assustado, fuja, largando-a ali à própria sorte. Ronronando suavemente, tenta seduzir o dragão, mas eis que este, cego por sua ira, interpreta como uma afronta o olhar suplicante da gatinha. Ainda mais irritado, e percebendo que o calor ali aumentava cada vez mais, pois a erupção era iminente, tenta com seu 6º sentido fazê-la ver que não estava brincando, e que entenda de uma vez por todas que para ter sua piedade, deveria voltar à sua forma humana. Porém, a gatinha continuava encarando o dragão, sem compreender o olhar irado do ser a quem ela tentara seduzir.
Mesmo sem ter entendido a ordem do dragão, Alinne, ainda no intuito de seduzí-lo assume sua bela forma humana, enquanto o dragão, em uníssono com a montanha, solta uma baforada para o céu, como se ambos entrassem ao mesmo momento em erupção. Perante o olhar admirado da Bastet diz do alto de toda sua imponência:
_Vamossssssssssss, fale agora, será sua última oportunidade para me dizer porque não matá-la para vingar um dos nossos!!!
_Senhor, não sei quem lhes causou algum mal, mas juro ajudar na sua vingança se quiserdes, e se me poupar a minha insignificante vida. Se alguem feriu a um dos nossos amigos, esse irá pagar, com certeza! _ Responde Alinne horrorizada, sem saber o motivo de tanta ira, pois jamais faria mal a nenhuma criatura tão bela, pelo contrário.
Marcelo206 Ferraris para por um momento sem entender o que acabara de escutar, entretanto podia notar sinceridade vinda da Bastet a sua frente e reflete que só poderia ser alguma Magia ou Encantamento, o estado em que a mesma se encontrava. Sendo assim, sua personalidade dracônica dourada, o impede de fazer mal a Bastet. Então resolve poupar sua vida momentaneamente, mesmo sabendo que essa seria uma bela refeição, que o deixaria satisfeito por alguns dias. Ou talvez levá-la aos demônios, que provavelmente ficariam com sua alma em troca de belos tesouros. Desfaz a expressão séria, dizendo para ela:
_ De hoje em diante, voce deverá reconhecer a supremacia dracônica entre os seres deste planeta. Confie em mim, e a levarei de volta a sua verdadeira casa para que possam cuidar de você agora.
Erguia as asas quando uma última explosão demonstrava que o vulcão entrava em erupção e as lavas já desciam próximas a eles. Assustada, Alinne salta, agarrando-se ao dragão, que levanta vôo em direção à praça de Lendas Urbanas.
Ao chegar na praça, cuidadosamente coloca a humana no chão, dizendo suas últimas palavras: _Minha jovem, siga seu coração e agora volte para casa, espero não ver traição de sua parte, ou da próxima vez, talvêz nao acabe assim! _Ao acabar de pronunciar aqueles dizeres, sentia que a mesma estava vidrada nele e assim, levanta voo novamente em direção ao covil, deixando ela sã e salva dos Dragões, que a matariam.
Alinne olha novamente para aquela criatura, tentando reter na retina a visão surreal. Sabia no seu íntimo que aquilo era uma despedida, e ela, respirando fundo, os olhos marejados, apenas aquiesce com um sinal da cabeça ao seu salvador. Mesmo se tentasse pronunciar alguma palavra, essa sairia engasgada de sua garganta...
Participantes:
DRAGÕES:
>>> Marcelo206 Ferraris
BASTETS:
>>> Alinne Shelman
Crônica por:
>>> Alinne Shelman
_Por que não devo matá-la e vingar a morte de um dos nossos? - Indaga o dragão à gatinha, que, imóvel, continua a admirá-lo, de uma maneira tão vidrada que começava a causar em Marcelo206 até mesmo um certo pavor _ até que um barulho ensurdecedor assusta aos dois.
É como se a ira do dragão tivesse feito acordar até mesmo a montanha onde estavam. Do centro da terra uma grande explosão é ouvida, de onde gases e cinzas começam a ser expelidos, sinalizando que ambos corriam sério risco se por acaso permanecessem ali.
Como a atenção do dragão se desvia ante ao ensurdecedor barulho, Alinne sente medo de que ele, assustado, fuja, largando-a ali à própria sorte. Ronronando suavemente, tenta seduzir o dragão, mas eis que este, cego por sua ira, interpreta como uma afronta o olhar suplicante da gatinha. Ainda mais irritado, e percebendo que o calor ali aumentava cada vez mais, pois a erupção era iminente, tenta com seu 6º sentido fazê-la ver que não estava brincando, e que entenda de uma vez por todas que para ter sua piedade, deveria voltar à sua forma humana. Porém, a gatinha continuava encarando o dragão, sem compreender o olhar irado do ser a quem ela tentara seduzir.
Mesmo sem ter entendido a ordem do dragão, Alinne, ainda no intuito de seduzí-lo assume sua bela forma humana, enquanto o dragão, em uníssono com a montanha, solta uma baforada para o céu, como se ambos entrassem ao mesmo momento em erupção. Perante o olhar admirado da Bastet diz do alto de toda sua imponência:
_Vamossssssssssss, fale agora, será sua última oportunidade para me dizer porque não matá-la para vingar um dos nossos!!!
_Senhor, não sei quem lhes causou algum mal, mas juro ajudar na sua vingança se quiserdes, e se me poupar a minha insignificante vida. Se alguem feriu a um dos nossos amigos, esse irá pagar, com certeza! _ Responde Alinne horrorizada, sem saber o motivo de tanta ira, pois jamais faria mal a nenhuma criatura tão bela, pelo contrário.
Marcelo206 Ferraris para por um momento sem entender o que acabara de escutar, entretanto podia notar sinceridade vinda da Bastet a sua frente e reflete que só poderia ser alguma Magia ou Encantamento, o estado em que a mesma se encontrava. Sendo assim, sua personalidade dracônica dourada, o impede de fazer mal a Bastet. Então resolve poupar sua vida momentaneamente, mesmo sabendo que essa seria uma bela refeição, que o deixaria satisfeito por alguns dias. Ou talvez levá-la aos demônios, que provavelmente ficariam com sua alma em troca de belos tesouros. Desfaz a expressão séria, dizendo para ela:
_ De hoje em diante, voce deverá reconhecer a supremacia dracônica entre os seres deste planeta. Confie em mim, e a levarei de volta a sua verdadeira casa para que possam cuidar de você agora.
Erguia as asas quando uma última explosão demonstrava que o vulcão entrava em erupção e as lavas já desciam próximas a eles. Assustada, Alinne salta, agarrando-se ao dragão, que levanta vôo em direção à praça de Lendas Urbanas.
Ao chegar na praça, cuidadosamente coloca a humana no chão, dizendo suas últimas palavras: _Minha jovem, siga seu coração e agora volte para casa, espero não ver traição de sua parte, ou da próxima vez, talvêz nao acabe assim! _Ao acabar de pronunciar aqueles dizeres, sentia que a mesma estava vidrada nele e assim, levanta voo novamente em direção ao covil, deixando ela sã e salva dos Dragões, que a matariam.
Alinne olha novamente para aquela criatura, tentando reter na retina a visão surreal. Sabia no seu íntimo que aquilo era uma despedida, e ela, respirando fundo, os olhos marejados, apenas aquiesce com um sinal da cabeça ao seu salvador. Mesmo se tentasse pronunciar alguma palavra, essa sairia engasgada de sua garganta...
Participantes:
DRAGÕES:
>>> Marcelo206 Ferraris
BASTETS:
>>> Alinne Shelman
Crônica por:
>>> Alinne Shelman
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