sábado, 30 de maio de 2009

SEDUÇÃO vs RAZÃO

Alinne Shelman tem andado pensativa ultimamente, olhando o céu de quando em quando... A imagem do dragão dourado não lhe sai da cabeça... Seus irmãos não tinham entendido o súbto fascinio que aquelas criaturas lhe causavam agora, e ela preferiu se isolar no seu habitual jeito nômade. Sua mente confusa buscava respostas, mas essas lhe faltavam.
Andar pela floresta virou um de seus passatempos, e era lá que estava numa tarde nublada, quando percebeu uma sombra passar por sua cabeça. Olhando para o céu, viu que se tratavam de dragões. Se embrenhando vagarosamente na floresta, Alinne decidiu esperar que eles pousassem. É quando vê o vulto de sua amiga Lana, que houvera saido junto de seus irmãos para caminhar. Lana, a anciã azul ainda carrega consigo o desalento da perda de sua amiga prisioneira, o que colocou seus planos por água abaixo, quando de repente uma visão a surpreende: um vulto em meio as folhagens. Dilata suas pupilas rapidamente, a fim de identificar o que seria... Caminhando cautelosamente pra identificar o que seria tal vulto, eis que sai de lá sua ex prisioneira, alegre e sorridente a cumprimentá-la: _Olá amiga!
Ao ver tal aproximação, outros dragões se juntam para acompanhar a conversa: Kiara, Si, e Neftis. Essa última, acabando por cochilar. Kiara, com um sorriso meio sarcástico, começa a fazer ameaças, enquanto mais uma dragonesa pousa perto, provocando um estrondo, e fazendo sobressaltar a Bastet.
Lana , percebendo a inquietude das dragonesas ao seu redor, sabe que conter os ânimos pode ser uma ação difícil e trabalhosa, afinal a anciã azul não sabia quando haviam tomado suas ultimas refeições. Assim, astuta e prática como todo dragão azul, Lana se aproveita da amnesia conjurada em Alinne e inicia seu plano mirabolante: _Mana, preciso que use toda sua sedução e carisma para manupular um ser que nos tem incomodado e afrontado... Lembra-se daquele anjo que caminhava contigo outro dia na cidade? Pois bem, eu o quero! Traga-o pra mim maninha, que em troca lhe darei algo que você não sabe, mais no fundo é o que mais deseja... Confie em mim que eu confio em seu poder de ronronar, gatinha...
Alinne aquiesce as palavras da dragonesa, lhe prometendo que fará o que ela diz, mas, apesar de seu consciente lhe dizer que está segura, seus instintos berram pra que saia dali. Lana, satisfeita e ansiosa para encontrar com o anjo trapalhão, diz: Vá mana, boa sorte.... me traga o que eu desejo!!!
Alinne Shelman mal ouve as últimas palavras da dragonesa. Com o coração palpitando, e a adrenalina a mil, sai dali abrindo caminho por entre pernas escamadas, e logo se afasta, correndo como uma gata assustada, enquanto Lana levanta voo em direção ao covil, deixando-a livre para cumprir seu destino.
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Participantes:
DRAGõES:
* Kiara Arun * Lana Arctor * Neftis Serenity* si Clary* Neftis Serenity
BASTET
* Alinne Shelman
CRÔNICA POR:
* Alinne Shelman

sexta-feira, 29 de maio de 2009

SEDE DE VINGANÇA - Parte III


Marcelo206 Ferraris pousa no topo de uma montanha aparentemente comum, e solta no chão a pequena gatinha, que parece ainda mais indefesa, perante a majestade daquele dragão enorme, as escamas douradas reluzindo a luz do dia, os olhos brilhando com sede de vingança. Porém, ao preparar-se para aniquilar a vítima, volta a se questionar com sua personalidade de justiceito e se realmente deveria matar sem piedade, ou dar a chance dela se explicar, ou ainda poupar sua vida. Entao ele fita diretamente a felina a sua frente, que sentada em suas patas traseiras não para de encará-lo admirada e confiante.
_Por que não devo matá-la e vingar a morte de um dos nossos? - Indaga o dragão à gatinha, que, imóvel, continua a admirá-lo, de uma maneira tão vidrada que começava a causar em Marcelo206 até mesmo um certo pavor _ até que um barulho ensurdecedor assusta aos dois.
É como se a ira do dragão tivesse feito acordar até mesmo a montanha onde estavam. Do centro da terra uma grande explosão é ouvida, de onde gases e cinzas começam a ser expelidos, sinalizando que ambos corriam sério risco se por acaso permanecessem ali.
Como a atenção do dragão se desvia ante ao ensurdecedor barulho, Alinne sente medo de que ele, assustado, fuja, largando-a ali à própria sorte. Ronronando suavemente, tenta seduzir o dragão, mas eis que este, cego por sua ira, interpreta como uma afronta o olhar suplicante da gatinha. Ainda mais irritado, e percebendo que o calor ali aumentava cada vez mais, pois a erupção era iminente, tenta com seu 6º sentido fazê-la ver que não estava brincando, e que entenda de uma vez por todas que para ter sua piedade, deveria voltar à sua forma humana. Porém, a gatinha continuava encarando o dragão, sem compreender o olhar irado do ser a quem ela tentara seduzir.
Mesmo sem ter entendido a ordem do dragão, Alinne, ainda no intuito de seduzí-lo assume sua bela forma humana, enquanto o dragão, em uníssono com a montanha, solta uma baforada para o céu, como se ambos entrassem ao mesmo momento em erupção. Perante o olhar admirado da Bastet diz do alto de toda sua imponência:
_Vamossssssssssss, fale agora, será sua última oportunidade para me dizer porque não matá-la para vingar um dos nossos!!!
_Senhor, não sei quem lhes causou algum mal, mas juro ajudar na sua vingança se quiserdes, e se me poupar a minha insignificante vida. Se alguem feriu a um dos nossos amigos, esse irá pagar, com certeza! _ Responde Alinne horrorizada, sem saber o motivo de tanta ira, pois jamais faria mal a nenhuma criatura tão bela, pelo contrário.
Marcelo206 Ferraris para por um momento sem entender o que acabara de escutar, entretanto podia notar sinceridade vinda da Bastet a sua frente e reflete que só poderia ser alguma Magia ou Encantamento, o estado em que a mesma se encontrava. Sendo assim, sua personalidade dracônica dourada, o impede de fazer mal a Bastet. Então resolve poupar sua vida momentaneamente, mesmo sabendo que essa seria uma bela refeição, que o deixaria satisfeito por alguns dias. Ou talvez levá-la aos demônios, que provavelmente ficariam com sua alma em troca de belos tesouros. Desfaz a expressão séria, dizendo para ela:
_ De hoje em diante, voce deverá reconhecer a supremacia dracônica entre os seres deste planeta. Confie em mim, e a levarei de volta a sua verdadeira casa para que possam cuidar de você agora.
Erguia as asas quando uma última explosão demonstrava que o vulcão entrava em erupção e as lavas já desciam próximas a eles. Assustada, Alinne salta, agarrando-se ao dragão, que levanta vôo em direção à praça de Lendas Urbanas.
Ao chegar na praça, cuidadosamente coloca a humana no chão, dizendo suas últimas palavras: _Minha jovem, siga seu coração e agora volte para casa, espero não ver traição de sua parte, ou da próxima vez, talvêz nao acabe assim! _Ao acabar de pronunciar aqueles dizeres, sentia que a mesma estava vidrada nele e assim, levanta voo novamente em direção ao covil, deixando ela sã e salva dos Dragões, que a matariam.
Alinne olha novamente para aquela criatura, tentando reter na retina a visão surreal. Sabia no seu íntimo que aquilo era uma despedida, e ela, respirando fundo, os olhos marejados, apenas aquiesce com um sinal da cabeça ao seu salvador. Mesmo se tentasse pronunciar alguma palavra, essa sairia engasgada de sua garganta...
Participantes:
DRAGÕES:
>>> Marcelo206 Ferraris
BASTETS:
>>> Alinne Shelman
Crônica por:
>>> Alinne Shelman

SEDE DE VINGANÇA - Parte II

"A TENTATIVA FRUSTRADA DE RESGATE DA BASTET APRISIONADA NO COVIL"
Era noite e o guardião vermelho Nil Snoodle estava apreciando seu grandioso tesouro quando caiu em um leve cochilo. Logo esse cochilo foi interrompido por uma forte luz que fazia com os olhos do dragão se reprimissem tentando assim achar a escuridão de outrora, percebendo que a luz ao invés de se dissipar ela ficava cada vez mais forte o guardião levanta-se enfurecido indo em direção a entrada do covil, lá chegando encontra o motivo de tanta luz, um anjo (Michel) estava misteriosamente na frente do covil com suas asas majestosas abertas como se quisesse intimidar alguém.
O guardião vermelho se irrita com a tal presença, mas antes que ele falasse algo, o ser celeste diz com uma voz retumbante que estremeciam todos a sua volta: “estou aqui para buscar a mulher que esta sob poder dos seus e não vou sair daqui sem ela, onde ela esta.” Assustado com a ousadia do anjo por ter vindo sozinho até o covil diz que não sabe aonde essa tal mulher se encontra e pede para que ela se retire de lá. O anjo (Michel) em uma tentativa desesperadora para encontrar a tal moça usa um de seus dons (RASTREAMENTO PSÍQUICO) para poder encontrá-la, a Bastet Alinne que se encontrava em poder dos dragões ouviu a voz do anjo que fora com o intuito de ajudá-la e prontamente se põe a procurar por ele. A dragonesa verde (Neftis) se levanta assustada e com uma cara de poucos amigos chega à entrada do covil e avista seu irmão Nil e um ser estranho que emanava luz e olhando com uma cara emburrada pergunta o que está acontecendo ali, mas olhando para seu irmão da uma piscadinha como se eles já tivessem combinado algo.O Guardião vermelho sentindo-se mais seguro com a presença de sua irmã Neftis decide então aplicar-lhe uma magia (AURA DO MEDO) que fará com que ele saia dali, o anjo percebendo a ação precipitada de Nil se esquiva com facilidade ao ataque.
Enfurecido com a atitude do dragão vermelho resolve fazer com que Neftis ataque seu próprio irmão aplicando assim uma magia (PALAVRA DE DEUS) que fará com que ele entre em sua mente fazendo o que bem entender, a cromática verde que estava atenta aos movimentos do anjo escapa por um fio das artimanhas do mesmo. Olhando pra Nil como se quisesse dize “é agora” os dois conjuram junto o SILVO DO SONO a fim de deixar o ser celestial adormecido e mais vulnerável, a magia pega em cheio no anjo fazendo-lhe sentir um sono incontrolável e põe-se a dormir ali mesmo, suas grandes asas nesse momento se enrolam em torno do seu corpo (DOM DAS SOMBRAS) formando um escudo para que ele não venha sofrer nenhum ataque posteriormente.
O líder dourado Marcelo206 chega ao covil e vê a dragonesa Neftis levar o tal anjo para uma das celas do covil, vendo a atitude dela, Marcelo acompanha a mesma até o destino sem dizer nada, mas no meio do caminho encontra Alinne, a nova prisioneira solta pelo covil em sua forma felina, sem pensar duas vezes usa um de seus dons (DOMÍNIO) para dominar a mente da Bastet e fazê-la assim voltar a sua cela.
Antes que o anjo acordasse o líder draconico agarra o mesmo com suas enormes garras e o leva para longe do covil, proximo ao lago no centro da cidade de Campos, aplicando-lhe a magia (AMNESIA) que fará com que Michel se esqueça de tudo o que fora fazer ali, inclusive sobre a localizacao do covil e da Bastet que estava aprisionada. O anjo por sua vez confuso e se ação se senta em meio à vegetação tentando lembrar-se por que estava ali.
Voltando ao covil Marcelo vai diretamente até a prisioneira e agarra-lhe com suas garras erguendo vôo e levando-a até um das montanhas mais altas da cidade... Colocando ela sobre seu total domínio!
Agora a Bastet Alinne tera seu destino tracado pelo Grande Líder Dourado Marcelo206 que esta com a mesma sob sua vigia. (Fim do Primeiro Dia de Cativeiro)
Participantes:
Dragões:>> Neftis Serenity>> Nil Snoodle >> Marcelo206 Ferraris
Anjo:>> Michel2701 Allen
Bastet:>> Alinne Shelman
Crônica por:Nil Snoodle - Guardian Dragon

SEDE DE VINGANÇA - Parte I

Aquele dia em Lendas Urbanas tinha tudo para ser apenas mais um dia pacato e sem graça. A anciã Azul (Lana Arctor) estava na praça da cidade em busca de algo para fazer, algo divertido como matar alguém aos poucos só para ver o semblante de dor e sofrimento... Estando juntamente com seu amigo “o ladrão de almas” (Jones Jefes), a anciã azul se perde em seus pensamentos, quando é interrompida pela chegada da Bastet Alinne Shelman.
A Bastet Alinne andava pelas ruas da cidade de cabeça baixa e aparentemente entristecida, encontra Lana sua amiga de muito tempo atrás. A dragonesa percebendo o semblante abatido da antiga amiga se prontifica em ajudá-la. O infernal Jones com segundas intenções para com a alma da jovem Aline usa o seu dom “Visão Clara” para ler a mente e descobrindo os segredos mais íntimos bem como sua raça.
Lana neste momento confusa entre amparar a moça ou aproveitar para vingar a morte de um de seus irmãos eis que lado maligno da anciã azul toma conta dela como o fogo que se espalha rapidamente em um pasto de folhagens secas. O desejo de vingança de Lana é tão forte que a faz conjurar uma magia poderosa domínio que fará com que a jovem fique sob total obediência a mesma.
Após ter tido sucesso em sua investida a dragonesa anciã assume sua real forma draconica levando assim a vitima para o covil, Aline sem saber ao certo o que acontecia obedecia as ordens da dragonesa que a conduzia para uma das celas do covil, fato este que começava a ser acompanhado pelos dragões que ali estavam. O líder Dourado Marcelo206 observava tudo de longe, mas não se pronunciava. Enquanto isso o guardião Vermelho Nil, se aproximava intrigado ao que acontecia vendo Aline entregar uma mecha de seu próprio cabelo ainda sobre as ordens da mesma. Alinne retornava ao seu juízo, porém assustada continuava sem entender o que acontecia, apenas podia avistar dois seres que estavam próximos a ela.
Lana percebendo a presença do dragão vermelho guardião Nil logo pensa em algo para presenteá-lo no intuito de fazê-lo levar um recado aos Bastet oferecendo então 200 moedas de ouro ao mesmo. Nil interesseiro e ambicioso como todo dragão vermelho aceita prontamente a proposta de Lana.
Saindo do covil, segue em direção ao restaurante da cidade onde encontra a Bastet Babsbunny, chegando quase sem fôlego ao local se direciona a ela dizendo: “estava eu na praça quando vi a Bastet Aline ser levada por um enorme dragão Azul, a violência foi tão grande que uma mecha de cabelo dela caiu perto de meus pés, e vim aqui te entregar.”
Babs intrigada com a situação, desconfia de Nil segurando-o pelo braço. O dragão com receio do que possa acontecer tentando ludibriar Babs usa um de seus poderes *ALTERAR FORMAS* se transformando em um Bastet. Contudo ainda desconfiada porem confusa impede ele de sair do local a fim de averiguar a história contada.
O poderoso dragão não conseguindo mais se controlar naquela forma que para ele era totalmente humilhante, assume novamente a forma humana abrindo assim um portal mágico se tele transportando de volta ao covil saindo assim das garras da felina. Levando consigo um semblante de satisfação pela missão cumprida, com adrenalina em alta por ter provocado assim a ira dos Bastet.

RESSURREIÇÃO

O celsestial Ian Bartavelle entra no covil dos dragões, e, pegando o corpo sem vida de Alinne, o leva para o jardim do Eden, e o traz de volta à vida.Alinne Shelman sente uma luz brilhar novamente em frente a seus olhos Tenta abrí-los, mas está zonza... Suas últimas palavras morriam ainda em sua boa... "Os mais fortes prevalecem". Finalmente reconhece um vulto humano. Uma luz azul brilhava de seus que transmitiam paz... Levanta um pouco a cabeça e reconhece o lugar onde já estivera. O anjo que a observava, no entanto já não era o mesmo. Alinne sente um misto entre alívio e ansiedade. _Onde estou? *pergunta, como se já não soubesse*ian observa a garota a se acordar e se aproxima dizendo*calma, descance um pouco, vc ainda está sem energias, vamos deixar para converçar depois, agora vc precisa se recuperar*tenta deixa-la confortavel, mas ela fica confusa. Aceita o convite do anjo, e se sente como se em casa estivesse, mas deseja voltar para os seus. Ian tira então, com sua magia, qualquer feitiço que tenha sido colocado na garota, que, sentindo extrema paz, se ajeita, fechando os olhos e caindo em sono profudo.O celestial então se teletransporta para o Museu, deixando-a ali, dormindo recostada em um dos bancos da entrada.

CAÇADORES DE LUTA - Parte II

Após ter sido levada da praça por Orquidea Madfess, Alinne Shelman desesperada, se vê carregada como um saco de batatas, e levada pra um lugar sombrio, assustador... Com todas as suas forças tenta se libertar das próprias roupas que a prende, mas é inútil, passiva e assustada pressente o pior. Com a visão embaçada pelas lágrimas, percebe estar adentrando em alguma igreja tétrica. Isso causa algum alento em seu coraçãozinho acelerado... Orquidea vendo que a bastet agora estava bem presa, começa a falar com ela e olhando bem para o rosto da bastet tenta usar de manipulação e por memórias em sua mente, memórias que dizem que Charo é muito amiga sua, influente em sua vida, e que a mesma precisa de ajuda e que a bastet deve concordar com a mesma, aceitando seja o que for. Depois de chegar na Igreja junto com Charo Dunner, Danna Matfield olhava para a Bastet fascinada com as possibilidades do que poderia fazer com seu sangue, enquanto deixava as meninas se divertirem, retirava dos bolsos de seu vestido, alguns sacos e recipientes, afinal um bom lasombra com tendências a magia tem que andar previnido, cada saquinho que retirava, sacudia-o e examinava para ver se não estavam furados. Alinne Shelman estava cada vez mais amedrontada, mas seus instintos de sobrevivência a fazem se esforçar para se acalmar, e pensar em alguma saída... Ela percebe o interesse de uma das moças (Orquídea) em seus cabelos, e tentando limpar as lágrimas nos ombros, e, com a voz embargada e soluçando, resolve negociar lhe oferecendo seus cabelos em troca de liberdade. Charo percebendo o medo do pobre animalzinho, digo moça, se sente exultante. Fazia dias que queria descarregar sua fúria sobre alguém, e finalmente sentia que ali estava a chance para descarregar suas frustrações. Havia valido a pena toda a confusão na praça para conseguir a gatinha. Percebendo que Orquidea havia falhado em sua tentativa utiliza o mesmo dom e profere praticamente as mesmas palavras, porém mudando apenas para sua pessoa, lhe fazendo crer que era um apessoa importante em sua vida e que deveria concordar com tudo que lhe fosse dito. Orquidea vendo que falha em sua tentativa de manipular a mente da bastet, se irrita um pouco e pensa nos malditos intrometidos que haviam tentado confundir sua mente e se concentra mais e tenta novamente usar de manipulação com o mesmo proposito de antes. Danna já havia percebido o que as meninas tentavam fazer, e pretendia esperar até que o fizessem, entretanto estava começando a ficar impaciente, pega seu leque e o abre lentamente, o mesmo era adornado com prata e possuia umas finas laminas embutido, sorria para a bastet como se mostrasse para ela a sua pretenção. Alinne vendo que não iria convencer as moças a lhe deixarem ir em paz, olha para a que parece menos cruel (Orquidea), e usando o Doce Sorriso do Caçador, forçando um sorriso triste, pede novamente que a deixem ir embora. Mas a Rimadora era muito mais cruel do que a Bastet acreditava e nao se deixa levar pela magia de Alinne. Charo irritada com sua falha e com a de sua amiga, insiste em usar sua manipulaçao outra vez, e finalmente consegue subjugar a felina. Orquidea vendo que a sua Duquesa dos Diabolos obtem sucesso em sua magia, começa agora calmamente a se preparar para o seu objetivo, coloca uma mão por dentro da saia de seu vestido e tira do cós da meia calça sua adaga de prata, iria cortar uma mecha do cabelo moreno e cacheado da bastet, iria ficar lindo ao lado do cabelo loiro e liso da prefeita da cidade. Danna aproxima-se da bastet e dá um puxão em seu cabelo o segurando para trás e pergunta a Orquidea se estava bom daquele jeito, esperando que ela cortasse o cabelo da gatinha. Charo chega mais perto da gatinha e lhe faz um agrado na cabeça enquanto lhe ofrece um acordo, a alma da Bastet em troca de não lhe causar dor. E termina dizendo que tudo que precisa é de um sim dela. Alinne arregala os olhos ao ver a adaga... Sente seu corpo todo tremer, pensando que era seu fim... Sente o metal lhe percorrer a cabeça, quase lhe ferindo as orelhas... Suplicante, volta-se para Charo, e se sente aliviada ao ver um rosto "amigo". Aceita as palavras da moça, apesar de se sentir meio confusa. Orquidea passa suas mãos pelos cabelos longos da moça, sente um arrepio pelo corpo ao sentir tal sedosidade, um brilho intenso vinha não só dos olhos da gatinha mas também de seu cabelo levemente iluminado pelas chamas na entrada da escadaria ao subteraneo da igreja. Passa suas mãos pelo rosto da gatinha, sente seus pelos faciais, e as lagrimas que escorrem por seus olhos e ri maliciosamente. Com sua adaga corta a mecha longa que lhe fora oferecida, mecha linda de cabelos cacheados e morenos, cheirosos, macios e brilhosos e antes de guardar no bolso de seu vestido pensa que uma gatinha tão linda não deveria ter pulgas. Danna Matfield estava pronta para colher o sangue da bastet, mas não queria ve-la sofrendo, apesar de ser um ser das sombras, as lembranças que o sofrimentos das vítimas lhe traziam, relembravam seu passado e sua estada no sabá, ela queria esquecer isso apesar de gostar, então usa Acalmar a Besta em Alinne, para que ela ficasse totalmente apática e dormente, porém o medo da Bastet era tão grande que nem a magia de Danna podia tranquilizar-la. Orquidea também não quer que a pobre bastet sofra e tenta usar novamente manipulação na gatinha fazendo com que suas memorias sensitivas sejão mudadas, para que assim ela acredite que o que sente não é dor e sim caricias sexuais em seu corpo. Estava louca para ver a bichana se contorcendo de prazer. Danna Matfield respira fundo, mesmo que não precisasse, apenas para acalmar-se, olha nos olhos da Bastet como se passasse tranquilidade para ela e usa novamente Acalmar a besta e novamente falha. As sucessivas falhas em nao proporcionar dor a Alinne estava deixando às tres amigas irritadas. O que ocasionava mais falhas. Alinne se sentindo cada vez mais acuada, tenta dessa vez com a outra moça (Danna), olhando suplicante para ela, começa a ronronar, pedindo pra que ela a salve. Danna sente uma grande compaixão por Alinne e tenta libertar-la, mas é imperdida por Charo que com a palma da mão, toca a vampira e a paralisa a deixando imóvel. Orquidea vendo que sua tentativa de fazer com que a bastet não sinta dor é em vão, segue adiante com seus objetivos assim mesmo, arranca-lhe a roupa para que possa vislumbrar seu corpo, seus seios desenhados. Danna mesmo imobilizada, utiliza-se de Assombrar a alma, e tenta lançar sobre Charo a imagem um anjo na sua forma mais pura, exalando a ela toda a fé contida nele, porém Charo, como um demonio superior simplesmente desfaz a ilusao da vampira e segue em sua tentativa de proporcionar prazer a Alinne. Falhando mais uma vez, devido a interrupção de Danna. Alinne vê com desepero que sua nova aliada se encontra paralizada, e desesperada com a situação, entra em Fúria da Lua, tentando morder violentamente a moça perto de si (Orquidea), porém sem conseguir, pois sua boca estava amarrada. Orquidea termina de despir a bastet a deixando completamente nua, porem ainda amarrada, só de olhar a cena, vem a memória da infernal fatos com mortais, em que estivera na mesma situação e que sentiu muito prazer. Mas antes de cumprir com seu pacto com a malkaviana das camarillas, tenta pela última vez usar seu dom manipulação, alterando suas memórias sensitivas para que a mesma pense que o que sente não é dor e sims carícias sexuais. Danna por mais que tentasse se mexer não conseguia, ainda estava paralisada, sua vontade era de soltar Alinne e deixar que ela se fosse. Charo desfere um soco em Alinne o que faz com que a bastet solte gritos de prazer. Orquidea não conseguindo esperar mais, começa a cortar os seios da bastet ainda viva, fazendo-a sentir muita dor, uma vez que não está mais sobre o efeito de sua manipulação. Sente o sangue tocar-lhe as pontas dos dedos e começar a escorrer. Danna sente-se um pouco tonta e ainda enfadigada pela magias de Alinne e Charo juntas, o que não a impede de sentir-se atiçada com o sangue que vira escorrer, pega novamente o seu leque e vai em direção a Alinne. Alinne Shelman embora sentindo um enorme prazer nas torturas que sofre, sente sua vida se esvaindo, e, no desespero em tentar salvar sua vida, tenta usar Ilusão de Grandeza, provocando uma enorme angústia em Orquidea, na esperança de que ela se afaste. Mas o prazer que percorre seu corpo é tal, que a bastet não tem forças para conseguir seu intento. Charo Dunner fica de lado apenas observando as açoes de suas amigas. A bastet nao sentiria dor vindo de suas mãos. Orquidea continua a extração dos seios da bastet, seu sangue escorria cada vez mais, agora fazia uma nova incisão, no seio direito da bastet, causando-lhe mais dor ainda. Charo vendo o sofrimento da bastet, apenas se senta no chão e poe a cabeça da gata em seu colo e se põe a lhe dar carinhos afim de ao menos aliviar um pouco seu sofrimento. Danna com os sacos que havia preparado, recolhe o sangue da Bastet, o que daria para encher tranquilamente dois sacos, enquanto enchia lambia as mãos se deliciando com o sangue. Alinne Shelman sente sua vida se esvair de seu corpo mutilado... Já não tem forças para súplicas, nem choro... Seus olhos embaçados, já não enxergam mais nada, e ela, fitando o infinito só tem forças de perguntar num miado surdo: Porque? Orquidea agora com os seios da bastet totalmente removidos, percebe que a gatinha ainda está viva e querendo acabar com o seu sofrimento logo, enfia-lhe a adaga na barriga, para que não sofra mais. Charo com sua parte do acordo cumprido, toca a cabeça da bastet e desgarra a alma daquele corpo. Danna com os sacos de sangue lacrados, terminava de lamber o sangue de suas mãos quando ouve o porque da Bastet, sem alterar as suas feições, responde friamente: -Porque são os mais fortes que se sobressaem Alinne gurda as últimas palavras que ouviu em sua vida... "Os mais fortes se sobressaem" e sente sua alma deixar seu corpo. Orquidea com a bastet já morta, vira-se para Danna e a cumprimenta com um menear de cabeça e lhe oferece seu cartão com seu número de celular. Acrescenta que foi um prazer e que juntas poderiam formar uma ótima parceria de caça. Danna guarda o cartão sorrindo: e diz que em breve ela receberá uma mensagem com seu número de telefone e que o mesmo deveria ser compartilhado com charo também. Se despede de suas novas amigas após recolher os sacos de sangue e sai pelo mesmo lugar por onde havia entrado anteriormente, ia em direção seu caixão guardado no interior do teatro. Charo com sua primeira alma depois de seu regresso do inferno, apenas ve o que sobrou da bastet no chao. Orquidea Madfess começa a guardar os seios da bastet e se lembra de que não havia perguntado o nome da miadora e que ficaria então como de indigente mesmo. Virando-se a Charo diz a ela que poderia ir descançar ou tratar de outros assuntos. Guarda os seios da bastet devidamente embalados e protegidos em gelo nas caixas de isopor e pensa que sua amiga malkaviana ficará mais do que feliz com isso e olhava para o corpo agora sem vida da bastet e tentava decidir o que fazer com ele ja que nao poderia deixar-lo no porao da Igreja ou pela praça, isso despertaria muitas suspeitas. Chega a conclusao de que o melhor era oferecer o corpo da Bastet aos seus amigos dragões. Se concentra e usa de teleporte para chegar ao covil dos dragões para oferecer-lhes o corpo. Chega ao covil dos dragões e não vendo ninguem pela entrada, chama em voz alta. Lana Arctor ao ouvir um chamado avista na entrada do covil a bela jovem que que conhecera na tarde daquele dia na praça... sem muito agrado se aproxima e a cumprimenta com um leve aceno de cabeça enquanto lhe pergunta o que a trazia até o covil. Orquidea avista logo uma bela jovem de seios fartos, pernas grossas, cabelos negros e lisos feitos em uma trança longa. Com um sorriso no rosto e mostrando simpatia responde a jovem ali presente que era Orquidea e que estava a serviço do Lorde Sasuki Nishi e que havia capturado o filhote de bastet que estava na praça hoje cedo, levou a igreja e lá cumpriu com os seus propósitos, mas que infelizmente a bichinha não resistiu e veio a morrer. E que não sabia o que fazer com o corpo dela, que ele estava com algumas partes faltando mas que gostaria de oferecer o que sobrou como um presente. Si Clary percebendo o movimento, e vendo que a anciã Lana conversa com uma desconhecida se aproxinma para ver o que acontence. Lana se lembra do rosto da filhote Bastet e logo se interessa pela oferta.. seus olhos vidram com a possibilidade de possuir o corpo de mais um ser de tal raça que ousara lhe atacar naquela tarde .. por um instante para e acompanha o olhar da bela jovem que se apresentara como Orquidea e logo dispara sua resposta já em tom sereno e educado. e que gostaria de buscar-lo agora mesmo. E convida sua Amiga Si Clary para o passeio. Orquidea fica contente que a moça aceita seu presente e antes de lhe responder se poderá ir buscar o corpo a indaga se poderia receber algum presente também. Seus olhso brilham no momento em que pede os seios e os cabelos de prováveis presas das dragonesas. Lana não hesita em responder que tem mais outras duas peludas em seu poder e que lhe lhe daria com prazer o que lhe é pedido. Levanta voo em direção a igreja levando consigo a jovem infernal com cuidado. Ao chegar ao local desejado pousa colocando Orquidea em segurança no chão. Orquidea chega a igreja na companhia das duas dragonesas e sendo colocada no chão pela dragonesa azul pedem que esperem fora que já lhes traria o presente e sai correndo em direção ao subterraneo da igreja para pegar o corpo da bastet. Lana acena positivamente a jovem infernal repousando sobre suas patas enquanto lhe aguarda. Si Clary assim como a anciã Lana aguarda o presente da jovem infernal. Orquidea chega a sala que fica logo a baixo do altar da igreja pega alguns panos jogados por ali e tapa o corpo da bastet para que o mesmo não possa ser visto por outras pessoas. Sai da sala carregndo o corpo em seus ombros. Lana ao ver o embrulho nos ombros de tão "fragil" ser, oferece para ajudar, tomando pra si o embrulho. Si Clary nesse momento só obeserva á entrega do corpo para a anciã sem nada a dizer. Orquidea Madfess entrega o presente a dragonesa azul e se dando por satisfeita pois havia ao mesmo tempo completado seu objtivos primários, seios e cabelo da bastet, seu objetivo secundário, se livrar do corpo da bastet e ainda conseguira um presente, seios e cabelo de peludas. Os olhos da infernal demonstravam contentamento em um brilho intenso, suas veias bombeavam energia pura e dizia a dragonesa agora que fizesse um bom proveito do seu presente. E que havia posto um cartão seu com numero de telefone na boca da miadora, e que com ele, as dragonesas poderiam lhe dizer quando poderia dispor de seu presente. Lana não se contenta de satisfação por estar em poder de tal corpo, pois naquela tarde conflitos diretos com os Bastets havia sido cultivados... e em meio a um sorriso de contentamento lhe informa que le avisará assim que estiver com seu presentinho em mãos, lhe chamando em seu celular e que ela assim poderá ter seu numero atravéz do indentificador de chamadas. Agradece mais uma vez pela gentileza, garantindo que se verão logo mais com certeza. E levanta voo em direção as montanhas, levando consigo a certeza de uma vingança saborosa. Orquidea ouve as palavras da dragonesa e apenas acena com a cabeça e antes de sair da entrada da igreja em direção as sombras do cemitério desejando a ambas uma boa viajem de retorno. Si Clary ao ouvir as palavras da dragonesa azul, cumprimenta em adeus a jovem infernal e levanta vou em direção ao covil.

CAÇADORES DE LUTA - Parte I

A Duquesa Diabolos Charo Dunner e a Rimadora Luxuriosa Orquidea Madfess caminhavam pela praça de Lendas Urbanas. Orquidea estava apontando para Charo seus aliados e inimigos, quando foram surpreendidas pela chegada de um Maldito Acumulador de Poder Xoquito Lectar, que havia saltado todos os protocolos infernais e tocado a Duquesa sem a permissão da mesma. Após ser colocado em seu devido lugar por Charo, Orquidea tenta lhe atiçar sexualmente, no que é rejeitada pelo infernal o que provoca a furia da Rimadora, fazendo com que ela lhe de um belo pisão no pé. O Maldito se coloca então em seu lugar e pedindo mil desculpas deixa a praça. Ao mesmo tempo em que o maldito se afastava, chegava a praça, a Vampira Camarilla Danna Matfield, ainda lambendo seus dedos de sua última refeição. Charo reconhece aquele rosto de outros tempos e cumprimentando a vampira lhe apresenta a Orquidea. As tres, se conectam imediatamente. E quase que tacitamente decidem caçar juntas, após Orquidea perguntar o que poderiam fazer para se divertir. As tres se poem a procurar um alvo. Um possível alvo é localizado. Tratava-se de de uma vampira do Sabá, Morgause Grut. As tres se acercam a ela, o que desperta as desconfianças da Malkavian e faz com que ela saia correndo e gargalhando feito louca. Isso deixa as tres amigas estupefatas e extremamente irritadas, o que as forçam a buscar uma nova vítima. Orquidea encontra uma nova vítima (Sheylla Willenov), porém como a mesma nao esboçava qualquer reação, deixou de despertar o interesse das amigas. Elas resolvem então se separar para procurar por outros lugares. Combinando de se reencontrarem caso uma delas encontre algo interessante. Danna que havia ficado na praça se depara então com um ser que lhe deixa extasiada: era uma Bastet (Alinne Shelman) em sua forma híbrida. A bastet se assussta notando a proximidade de Danna que tentava acariciar-le o pelo. E fica ainda mais assustada quando percebe que mais duas estranhas se juntam a moça que queria acariciar-la. Orquidea olhando para os seios da gatinha só conseguia pensar em quanto ganharia caso conseguisse vender-los para sua amiga malkavian. Danna já sentia o gostinho do sangue metaformo em sua boca, e Charo já sentia o poder que emanava daquela alma. Tudo estava devidamente dividido entre as tres amigas, quando uma conhecida de Orquidea se aproxima. Era a dragonesa Lana Arctor que depois de observar a cidade de cima, resolve pousar para ver o que acontecia. Alinne cada vez mais acuada solta um miado, o que chama a atenção de um conhecido seu (Ricardo Gelles), que se aproxima e saúda o grupo de desconhecidos. Percebendo a agitação da gatinha, Orquidea decide paralisar-la para que ela e suas amigas possam lhe acariciar o pelo devidamente. O medo de alinne faz com que seus batimentos disparem o que faz com que Danna perceba seu sangue fluindo com velocidade, e com os olhos rubros coloca suas presas de fora. Ricardo percebendo a paralisia de Alinne, tenta saber o que estava passando, e percebendo que as intençoes das quatro amigas são as piores possíveis as ameaça. No que é ouvido por dois aliado das infernais, o Vampiro Independente Michel2701 Allen e o líder do Clã Independente Wandinho Blackheart que se aproximam tentando saber o que se passava. Vendo que logo Alinne estaria livre da Paralisia, Charo decide prender-la pelos pés, evitando assim que a mesma fuja. Orquidea se vira então para Ricardo e diz que apenas quer examinar o corpo da jovem, e lhe pergunta se ele também era um ser híbrido. A movimentação na praça atrai cada vez mais a atenção dos curiosos, inclusive a de um Garou que passava por la em sua forma de glabro com seu arco que chega ofuscado pelas sombras e salta em um prédio próximo para observar. Danna sem poder conter por mais tempo seu apetite, faz um corte profundo no braço de Alinne, o que a deixa apavorada e com dores, fazendo com que ela solte um novo miado. Isso faz com que a dragonesa utilize Dominio, para que ela e os demais possam continuar torturando a Bastet sem ser interrompidos por seus miados.Um outro dragão (Marcelo206 Ferraris) se aproxima em sua froma dracônica e se aproxima de sua companheira. E outra dragonesa (Thatyangel Triellis) sobrevoando a praça, apenas observa de longe o que se passa. Decide que só interferirá caso perceba que algum dos seus necessite de ajuda. O vôo da dragonesa chama a atenção de Ricardo, e a quantidade de gente que se junta à praça o deixa assustado. E num movimento desesperado, pega Alinne no colo e a joga sobre suas costas. Michel ataca Ricardo com o don Flor da Morte e diz para que o mesmo fique fora para seu próprio bem, começando assim uma grande confusão na praça, mais algumas pessoas se achegam e entram em discussões e brigas, onde Ricardo acaba morrendo, Marcello Gaffer retorna a toca sob ordem de possessão da Saxson7 Quinnell, GATO Thor aproveitando que todos se estapeavam fugira, Orquidea conseguindo sua presa se retirara do local com Alinne no colo, junto de Danna e Charo. Lana levanta voo em direção ao covil levando em suas garras a presa BabsBunny bem asim como Marcelo206 também se dirige ao covil com KK em seus dentes. Arween chega correndo a igreja mas já não encontra mais ninguem.

SEGREDOS REVELADOS

Enquanto corre à pé para a pirâmide do outro lado da cidade, Alinne Shelman, com os olhos cheios de lágrimas, e o coração a saltitar dentro do peito remói as lembranças de sua infância...Seu pai, sempre ocupado, e cheio de mistérios, e a gatinha que ele amava sempre a rondar pela casa... Quem diria?Ela teve uma infância tranqüila, apesar de solitária. Seu pai quase nunca estava em casa, mas quando estava, era todo cuidados com seus filhos, apesar de nunca ter revelado o paradeiro de sua mãe...Alinne não carrregava mágoas de seu pai, mesmo após tantos segredos revelados. Quando foi presa, acusada de tráfico, seu pai se esforçou para liberá-la, até arranjou emprego como delegado... Mas Alinne, impaciente que era, não esperou, e fugiu da cadeia. Ela temia por sua vida, uma vez que tinha arranjado inimizade com as autoridades, ao denunciar abusos ocorridos contra seu colegas de prisão.Depois de morrer, atingida com um tiro da pistola de um policial, o primeiro grande segredo de seu pai foi revelado... Ele havia se tornado Anjo, e como tal, acolheu sua filha com carinho no Eden, lhe ensinando os segredos da vida celestial...Enxugando as lágrimas que lhe caem do rosto, ela se recorda de seu pai lhe ensinando a lutar como uma guerreira, a combater as forças malígnas... Tantas lembranças... Como ele pode me esconder tantos segredos por toda a minha vida?A imagem da mulher pálida na praça, de onde ela vinha agora, seu sorriso malicioso ao lhe perguntar sobre suas origens... Ela lhe contou sobre a história da gatinha Polu.Seu pai era Hunter na época, e caçou a Polu para o jantar, mas misteriosamente, em vez disso, acabou por acolher a gatinha. Alinne agora entendia o porquê.Polu era na verdade uma espiã de Bastet, que se disfarçava em sua forma felina, e seduzira seu pai, Groninger Wilkler, que na época, tinha caído do céu por comprometer a integridade física de um humano, e estava com o coração vulnerável, apesar de ter se tornado um bravo caçador. Desta união nascera Alinne, uma jovem destemida como seu pai, e alegre e carinhosa, como sua mãe. Ela agora já não corria, e nem chorava, andava apenas, seu olhar distante a contemplar sua infância na terra via os olhos da gatinha Polu... Tão tenros, tão meigos... Ela tinha visto aquele mesmo olhar na mulher misteriosa que aparecia de vez em quando em sua casa, na companhia de seu pai. Mas a mulher sumia derrepente, e em seu lugar, só a gatinha...Quem diria... Polu... Minha mãe!Mas Alinne não ficaria tranqüila no céu, sabendo de suas origens, então, se retirando da presença dos anjos, e arrancando suas asas, se dirige ao encontro de seus irmãos, os filhos de Bastet.Finalmente, ao chegar à pirâmide, Alinne é recebida por um grande leão branco, que sorrindo a acolhe, parecendo que já a esperava... Assim, agora uma Neka, Alinne cumpriria a sua missão, de defender sua raça com todas as suas forças...

A MORTE

Corro como uma louca para chegar à pequena casa onde estarei segura, e, trôpega, consigo pular a pequena sebe que cerca o quintal, alcançando rapidamente a porta da suja e fétida cozinha onde panelas servem de berço para milhares de larvas de mosquitos.A casa estava abandonada por algum tempo, mas logo se tornaria um lar muito mais aconchegante do que aquela cela onde dividia suas misérias com um bando de criminosas sem futuro, na Penitenciária Feminina de Sant'anna...Ao olhar aquela bagunça, começo a refletir sobre como tudo parecia surreal em minha vida até ali. A prisão fora sem dúvida uma injustiça... Três anos se passaram desde aquele dia fatídico... Me lembro a data do flagrante... 12 de maio de 2002... Aquela droga nunca fora minha. Mas eu é que não ia ser louca de denunciar os verdadeiros traficantes. Agora, com a vida totalmente virada de cabeça para baixo, começo uma nova etapa, dessa vez como fugitiva. Meu Deus! Que loucura eu fiz... Fugir daquele jeito debaixo de uma saraivada de tiros... Mas muito bem, agora acabou. Se a polícia não me achar, ficarei nessa casa por enqüanto. Foi muita sorte minha amiga Marry ter arranjado esse local assim tão às pressas. Tão logo ela ficou sabendo do resgate, fez contato com uns amigos e descolou esse barraco que serviu de cativeiro em um seqüestro. Infelizmente Marry não conseguiu... Estaria morta? É provável, e quase desejável diante das torturas que terá de sofrer se não tiver conseguido fugir, e, ao invés disso, for recapturada.Talvez eu não devesse ter fugido. talvez se eu continuasse a denunciar aquelas barbaridades pro pessoal lá da equipe do Tortura Nunca Mais... Nós estávamos fazendo progressos... Um diretor de disciplina sofreu sindicância e foi demitido a bem do serviço público. Isso quer dizer que ele nunca mais irá trabalhar para o Estado. Não é o suficiente, mas é um começo.O ideal seria ele ir para cadeia também e provar do próprio remédio. Mas como disse aquele pessoal lá do Direitos Humanos, isso não seria fazer cumprir a Lei, seria vingança. Eu estaria desejando justamente aquilo a que tanto combati, que a Lei seja cumprida na íntegra, e, se a Lei for injusta, que se mude a Lei!Mas... Se eu tivesse ficado, muito provavelmente teria sido morta. Muitas pessoas lá da Administração já desconfiavam do meu envolvimento com o pessoal dos Direitos Humanos. Eles poderiam forjar alguma coisa, alguma briga interna, culpar alguma das outras presas... Não! Não vou me arrepender de ter fugido!Tenho que me ocupar, tenho que arrumar essa bagunça, me livrar desse lixo, o lixo do meu passado... Limpar todos os vestígios da imundície daquela vida suja, da mãe alcólotra, do pai viciado em jogos, do abandono, do submundo das ruas, da prostituição, do uso de drogas, da cadeia... Ah sim! Esse lugar vai ficar limpo, ou não me chamo Alinne Shelman!Enquanto esfrego as panelas, vejo o meu reflexo e reflito sobre o meu futuro... Até quando me esconderei aqui? Quando essas marcas e cicatrizes deixarão o meu rosto e eu poderei sorrir de novo? Mas um barulho lá fora enterrompe os meus devneios e me traz de novo para a minha dura realidade. Com o coração batucando um samba descompassado, olho pela fresta da janela e lá vejo homens uniformizados saírem do furgão cinza e preto. Preparo-me para a batalha, a adrenalina a mil, e pego da pia uma faca afiada.Quando o primeiro abre a porta, é rapidamente golpeado por minha faca na perna, enquanto tento fugir, mas aí vem primeiro o barulho ensurdecedor do tiro, depois o silêncio...
Não sei quanto tempo se passou, eu acho que desmaiei... Ou teria morrido? Ah não! Há alguém a me observar! A casa caiu, estou presa de novo! Tento alcançar a faca que eu tinha nas mãos, mas ela não está mais lá! Cambaleando, meio tonata ainda, me levanto pronta para atacar, mas a criatuara a me observar nem se move. Então horrorizada percebo que não se trata de um policial, mas de uma mulher alada! A paisagem ali, nada tinha a ver com a favela suja onde eu me encontrava, e me sinto um pouco aliviada, mas ainda assim, muito assustada. A mulher, sem mexer os lábios fala comigo numa linguagem estranha, mas que soa perfeitamente claro aos meus ouvidos. Há nos olhos da misteriosa mulher uma luz fraca, quase inperceptível, de coloração meio azulada, que me dá paz e me tranquiliza, e ela me explica com voz aveludada, que eu fora escolhida para estar aqui no Eden, e de suas costas nascem asas brancas, com plumas grandes e ovaladas. Pacientemente ela me explica sobre a vida no Eden, e me diz que eu fora escolhida para estar aqui...